Da beira-mar, vê-se uma árvore solitária que desponta ao longe, numa ilha próxima, como quem aprendeu a solitude sem fazer dela tristeza. O vento penteia sua quietude, de mansinho, como se tocasse uma prece antiga. O sol e a lua a visitam sem promessas de permanecer, porque até as luzes do mundo passam. O mar… [Leia mais]

